“ONDE TUDO COMEÇOU”: “Com 11 anos eu andava pelo Clube Hebraica com uma bola embaixo do braço e assistia aos treinos de futebol de salão”

Ex-goleiro, o homenageado desta sexta-feira do “Onde tudo começou” é Sergio Andres Mentlik (Menta), 59 anos, nasceu em Buenos Aires -ARG, mora em São Paulo, na região de Pinheiros e atua como um profissional do segmento de tecnologia, voltado a estruturação de empresas confira:

INÍCIO
Menta nos contou um pouco do seu início de carreira no futebol da bola pesada, atuando como goleiro.

“Com 11 anos de idade eu andava pelo Clube Hebraica com uma bola embaixo do braço e assitia aos treinos de futebol de salão na quadra externa, de cimento. Assistia os treinos do Artur, Rato, Breno, Arnaldo e ficava com uma vontade grande de pedir para treinar, mas era muito tímido. Participei de uma competição entre escolas judaicas e como não tinha goleiro, me candidatei. Na época eu tinha 11 anos, acabei fazendo uma ótimo campeonato e aí o Geraldo que era massagista e preparador físico do futebol de salão da Hebraica e o Fábio técnico me convidaram para treinar no mirim, e aí que começou minha história”, contou o ex-goleiro.

TÍTULOS

HEBRAICA
– Vice campeão Metropolitano Cat. Mirim – 1972
– Campeão Metropolitano – Cat. Juvenil – 1977
– Campeão Estadual cat. Juvenil – 1977
– Campeão Metropolitano – cat. Juvenil – 1978
– Vice Campeão Estadual cat. Juvenil – 1978
– Campeão Estadual – Cat. Principal – 1979
– Campeão Macabiada Panamericana – México – 1979
– Campeão Metropolitano – cat. Principal – 1981
– Campeão Mundial Macabíada Mundial Israel – 1981
BANCO RESIDENCIA
– Vice Campeão Metropolitano – 1982
INDIANO
– Vice campeão Estadual – 1983
– Campeão Macabiada Panamericana em SP – 1983
– Campeão Macabíada Mundial Israel – 1985
GRÊMIO ÁGUA BRANCA
– Campeão Metropolitano – 1986
– Campeão Estadual – 1987
– Campeão Metropolitano – 1988
– Campeão Brasileiro de clubes – 1988

TIMES
– Hebraica
– Banco Residência
– Indiano
– S.E Palmeiras
– Grêmio Água Branca
– General Motors

FORA DAS QUADRAS
O Ex-goleiro, assim como muitos outros atletas do futsal, dividiam a vida do esporte com outros empregos e com os estudos.

“Sim, meu pai faleceu cedo e eu fazia faculdade de Administração e depois Jornalismo, eu trabalhava e treinava no período da noite”, contou Menta.

PERSPECTIVA NO ESPORTE
“Engraçado que todas as mudanças de regras que aconteceram, visavam dar mais dinâmica ao jogo e com isso torná-lo mais atrativo para mídia e com isso torná-lo esporte olímpico. Sem dúvida que o jogo ficou mais dinâmico, porém na minha opinião ficou mais “feio”. Não vejo outra saída, tem que virar Olímpico”, contou o ex-goleiro

 

HISTÓRIAS
“Me lembro bem de uma passagem quando eu era Infanto Juvenil. O jogo era no Corinthians, eu e o Artur Rotemberg eramos os goleiros, porém nós chegamos atrasados e perdemos o ônibus que levava até o Parque São Jorge. Quando chegamos, o jogo já tinha começado e o Breno que era pivô estava no gol. Nós 3 eramos muito amigos e o Breno começou a gritar conosco pedindo para que fossemos logo para o vestiário para nos trocar. Me lembro eu e o Artur atrás do gol dele, gargalhando”, contou ex-goleiro Menta.

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