“ONDE TUDO COMEÇOU”: “É um sonho de garoto, sou apaixonado pelo futebol de salão”

Ex- Ala e Multi-campeão, o homenageado desta sexta-feira do “Onde tudo começou” é Antônio Carlos de Freitas, 49 anos, que é natural de São Paulo, e reside aqui na capital paulista e atualmente tem uma corretora de seguros, confira:

INÍCIO
Antônio Carlos, sempre foi apaixonado pelo futebol de salão e o sonho de garoto conseguiu ser realizado.

“Era um sonho de garoto, eu sempre fui apaixonado pelo futebol de salão”, contou Antônio.

TÍTULOS
– Campeão da Taça Cidade de São Paulo
– Bi-campeão Metropolitano
– Bi-campeão Copa Topper
– Campeão Estadual
– Campeão Brasileiro
– Bi-campeão da Copa Sudeste
– Campeão Matogrossense
– Bi-campeão Catarinense
– Campeão Circuito Nacional
– Campeão Copa Sadia
– Bi-campeão dos Jogos Abertos de SC
– Bi-campeão da Copa Atlântico sul
– Campeão Sul-americano
– Campeão Intercontinental

TIMES
– São Paulo F.C
– S.E Palmeiras
– Wimpro
– Transbrasil
– Banespa
– S.C Corinthians Paulista
– S.E.R Vila Maria
– Óleos Pacaembu
– A.D.C Eletropaulo
– S.E.R Sadia
– Bordon
– Vipal de Nova Prata
– Vasco da Gama de Caxias
– A.A Banco do Brasil
– Mingues Saez (ESP)
– Rubio Nû (PAR)
– Uninove
– Suzano
– Seleção Brasileira

 

FORA DAS QUADRAS
O ex-pivô, assim como muitos outros atletas do futsal, dividiam a vida do esporte com outros empregos.

“Eu jogava e trabalhava na Óleos Pacaembu, logo depois, fui para o A.D.C Eletropaulo, onde eu trabalhava e jogava e jogava também. Mas depois, fui para o sul e lá me tornei profissional”, contou o ex-ala.

PERSPECTIVA NO ESPORTE
“Acho que o esporte evoluiu bem, é claro que tem tempo para crescer mais. Atualmente estou um pouco distante, mas acho que os problemas são parecidos com o que a gente enfrentava na minha época”, contou Antônio.

 

HISTÓRIAS
” Uma situação engraçada, só poderia ser com o meu amigo/irmão Rabicó. Disputamos a final da Copa Fortaleza entre Sadia e Banfort. Meu amigo Rabicó não fez um gol no campeonato todo, foi uma coisa inédita, o cara era um goleador nato, estava indignado!
No quarto ele ficava junto comigo e o Serginho, no dia de ir embora, chamamos ele, porque o ônibus já iria sair, nada dele responder, aí tivemos que ir para não perder o ônibus.
No aeroporto enquanto aguardavamos o vôo, chega o Rabicó de Buggy, com um cigarro na ponta da boca, tênis trocado e com uma loira, dizendo:
– Acharam que iam me deixar?
– Eu sou o Rabicó rapaz!!
Eu dei tanta risada naquele dia, contou o multi-campeão Antônio Carlos.

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