“ONDE TUDO COMEÇOU”: “Naquela época você tinha que conciliar os estudos, trabalho e futebol”.

Ex-fixo, o homenageado desta sexta-feira do “Onde tudo começou” é Cláudio Luiz Fava, 65 anos, natural de São Paulo, mora na zona norte da capital, na região do Parque Novo Mundo e atua a mais de 32 anos como Corretor de Seguros, confira:

INÍCIO
Cláudio nos contou um pouco do seu início de carreira no futebol da bola pesada, atuando como fixo ele é da época que podia dar carrinho e não era falta.

“Comecei no salão por acaso, fui com um colega de classe ao Círculo Israelita. Em um Sábado quando eu estava jogando na quadra do clube, um responsável pelo futebol de salão me viu e chamou para que eu voltasse no dia seguinte, para disputar um torneio contra a Hebraica, Macabi e o Círculo Israelita. E só fui parar quando me casei e depois voltei por mais dois anos nos veterano depois de ter completado 32 anos”, contou o ex-fixo.

TÍTULOS
Cláudio ganhou diversos títulos, entre os principais foram:

– Torneio Ínicio
– Campeonato Metropolitano
– Campeonato Estadual
– Sul Americano de Clubes
– Campeonato Bancário
– Campeonato pelas Faculdades Santana e Colegial

TIMES
– Círculo Israelita
– S.E Palmeiras
– A.A Banco do Brasil

FORA DAS QUADRAS
O Ex-fixo, assim como muitos outros atletas do futsal, dividiam a vida do esporte com outros empregos e com os estudos.

“Quando eu completei 17 anos estava no juvenil do S.E Palmeiras e fui convidado para trabalhar e jogar pelo B.C.O Mercantil. Naquela época você tinha que conciliar os estudos, trabalho e futebol”, contou Cláudio.

PERSPECTIVA NO ESPORTE
“Melhorou muito a exposição do futebol de salão, tanto que foi necessário fazer algumas modificações para que a tv pudesse transmitir os jogos. Acredito que em mais alguns anos, tenhamos a possibilidade de se tornar um esporte olímpico”, contou o ex-fixo.

HISTÓRIAS
“Foi na minha primeira viagem de avião . Éramos do Juvenil e acompanhávamos o principal do S.E Palmeiras quando tinha jogos ou torneios em outros locais. Na inauguração do Ginásio em Fortaleza, serviram sopa no avião e, eu marinheiro de primeira viagem derrubei a cumbuca toda na minha roupa”, contou Cláudio.

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