“ONDE TUDO COMEÇOU”: Pela Transbrasil eu fiz 62 gols em um ano

Ex- Pivô e artilheiro, o homenageado desta sexta-feira do “Onde tudo começou” é Luiz Célio Taddone Filho, 65 anos, atualmente morando em São Paulo, no bairro do Ipiranga o ex-jogador hoje é representante de uma siderúrgica que fábrica tubos de aço carbono, confira:

INÍCIO
Inicialmente, Luiz era jogador de basquete, mas por interesse e curiosidade, descobriu seu talento no futsal, sorte dos amantes da bola pesada.

“Quando cheguei na categoria infantil de basquete, eu vi que o que gostaria mesmo era jogar futebol de salão. Um dia eu pedi para o Sr. Nilson, técnico do infantil do Palmeiras de FS, se eu podia fazer um treino. Ele deixou e eu fui aprovado porque eu era grande perto dos outros meninos”, contou Luiz.

TÍTULOS
Pentacampeão Paulista no ano de 1969, pelo Palmeiras; Campeão Paulista em 1970, também pelo Palmeiras; Campeão Paulista 1978, pela Hebraica; Campeão Paulista da 2° divisão, pelo Parque da Mooca e Campeão Paulista pela Transbrasil.

TIMES
– Hebraica
– S. E Palmeiras

– Parque da Mooca
– Transbrasil
– Tênis Clube Paulista
– Banespa
– S.C Corinthians Paulista

 

FORA DAS QUADRAS
O ex-pivô, assim como muitos outros atletas do futsal, dividiam a vida do esporte com outros empregos, o ex- artilheiro além de jogar futsal, jogou muitos anos basquete com a bola laranja e foi multi- campeão por lá também.

PERSPECTIVA NO ESPORTE

“Eu acredito muito no trabalho da atual gestão, temos uma pessoa de pulso e de fino trato, para poder mostrar que nós somos o segundo esporte do Brasil”, contou o ex- Pivô.

HISTÓRIAS

“Eu tenho várias situações engraçadas, mas vou te contar quando assinei com o Palmeiras para jogar no infantil eu só não era maior do que o Robertão (goleiro) e, o Nilson achou que eu deveria jogar de fixo. No primeiro jogo do torneio início, Palmeiras x Juventus, perdemos de 2×1 e eu entreguei os dois gols. Quando ocorreu o próximo treino o Nilson me chamou e disse:
– “Você não entende nada aqui atrás, vou achar uma posição pra você”. E me lançou de pivô, aí eu me achei, porque quem me marcava era menor, eu pegava a bola, girava e fazia muitos gols. Daquele dia em diante comecei jogando de pivô e posteriormente em outros times de ala”, contou Luiz.

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